INÍCIO /// OPINIÃO
 
 
 
 
 
Grupo Pioneiro em na atividade que consideraram "inesquecível".
Artigo publicado a 2015-11-06 /// 1854 visualizações
 
Brownsea a ilha do sonho
“O sítio mais bonito que alguma vez um escuteiro verá”
É com muita emoção que as Pioneiras Mariana Lourenço e Catarina Francisco do Agr. 1022,Vimeiro, descrevem a atividade que viveram na primeira semana de setembro. Deixamos-te aqui o relato da atividade que se desenrolou entre Brownsea, Londres e Paris para que possas inspirar-te a sair da sede, a ir mais além.

«Foi no dia 1 de Setembro de 2015 que partimos para a maior aventura que alguma vez vivenciámos. Após um ano de trabalho árduo em angariações de fundos e na preparação da atividade, finalmente a ideia saía do papel.

Pensámos que depois de mais de 26h num autocarro haveria discussões e zangas, no entanto, nada disso aconteceu e ao que parecia o grupo estava ainda mais unido. Todos os momentos da atividade foram fantásticos mas não há palavras para descrever aqueles que passámos no local de origem do escutismo.

Brownsea é o sítio mais bonito que alguma vez um escuteiro verá. Desde o primeiro minuto em que pomos um pé no local, sentimo-nos em completa sintonia com a ilha, com toda a sua maravilhosa flora e fauna. É algo que não provém de fora, não são as plantas, os animais ou a paisagem, é apenas o significado que aquela ilha tem para nós, escuteiros, a grandiosidade do passado, a sensação de que tudo aquilo em que acreditamos teve início ali.
Assim que chegámos a Brownsea, tudo valeu a pena. As tardes de vendas, as noites a fazer bolos, chouriças, doces, sopas, todos os comentários vindos de fora: era muito arriscado, não conseguiríamos, era impossível. Assim que chegámos, percebemos uma coisa: Nada é Impossível!

Não vamos dizer que foi fácil, não o foi. Mas voltaríamos a fazer? Sim! Porque cada minuto que lá passámos mudou algo em nós. Algo naquela ilha fazia com que nos sentíssemos especiais, era como se pertencêssemos àquele local. Enquanto lá estávamos não havia egoísmo, ganância, vergonha, medo, solidão… Éramos apenas nós: livres, felizes...

Para além da ilha, a convivência com pessoas de outro país, foi algo que nos enriqueceu um pouco também. Aliás, um dos melhores momentos que passámos em Brownsea foi em partilha com aqueles que se encontravam na ilha, quer a trabalhar, quer em atividade.

Alguns de nós tiveram a sorte de ver batizados os seus lenços nas águas que banham as margens da ilha. Em pleno pôr-do-sol, o local e a hora intensificaram aquilo que, só por si, é um momento especial na vida de um escuteiro.
Além da visita à ilha de Brownsea, tivemos ainda oportunidade de visitar a cidade de Londres. Esta visita serviu para enriquecer a nossa cultura geral e os nossos conhecimentos. Na capital inglesa visitámos os museus da História Natural e o Madamme Tussauds. Percorremos ainda a cidade passando por vários monumentos emblemáticos como o Big Ben e o Buckingham Palace.

Já de regresso a casa, ainda tivemos oportunidade e tempo de visitar Paris. Nesta cidade visitámos o famoso monumento: a Torre Eiffel.

A atividade foi algo único, que ficará para sempre gravado na nossa memória, algo que todos os escuteiros deveriam ter a oportunidade de experimentar.»

Texto de: Mariana Lourenço e Catarina Francisco. Fotografia de: Agr. 1022-Vimeiro.
 
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